Quantas vezes você ouviu falar que cabeça de bacalhau é igual a enterro de anão ou a uma mosca branca?
Pois é, nós do ZéBuscaPesca, resolvemos quebrar seu galho publicando um post sobre nosso amigo, o bacalhau.
Conhecido cientificamente como Gadus Morhua, e internacionalmente como Cod, o bacalhau é encontrado no Atlântico Norte, no Circulo Polar Ártico (veja foto).
Outros quatro peixes da mesma família são transformados também em bacalhau, sendo:
Muito apreciado por seu sabor, nem sempre foi considerado como um “artigo de luxo”. Antes da segunda grande guerra, seu preço era baixo, o que possibilitava a todas as classes sociais o seu consumo.
Alguns outros peixes são vendidos como se fosse o bacalhau, por isso, devemos ficar atentos a algumas características.
O bacalhau deve ser grande e possuir o lombo com grande espessura. A cor de seu corpo deve ser inteiramente branca, sem possuir manchas ou coloração diferente.
É um peixe que cresce rapidamente e é muito fértil, sendo que a fêmea pode por até oito milhões de ovos no período de um ano.
Para atingir o comprimento de um metro, é preciso o período de vinte anos, chegando nesta idade com o peso aproximado de cinqüenta quilos.
É encontrado nos mares da Noruega, Canadá, Islândia, Rússia e Alaska, devido à temperatura de suas águas, ideal para a sobrevivência do bacalhau.
87% do bacalhau consumido no Brasil é pescado na Noruega.
Os Vikings já consumiam o bacalhau, colocando-os para secar, sem a utilização do sal, já que não o possuíam. O bacalhau ficava seco e duro como um pedaço de madeira.
Na costa da Espanha, começou a ser salgado e seco, da forma como o conhecemos hoje, no ano 1000, segundo registros.
O bacalhau encontra-se em risco de extinção, podendo desaparecer em até 2015, caso sua pesca continue sendo feita da mesma forma que hoje.
Separamos duas receitas feitas com bacalhau para seu deleite. A primeira é um Bacalhau ao forno, a segunda é um Bacalhau com creme. Divirtam-se.